O galpão ficou, de fato, lindão.

O problema, para mim, é ter que lidar com a eterna comparação entre o que está, e o que será. Porque não está pronto. Nessa fachada mesmo ainda tem as janelas e um portão, que são as próximas etapas previstas.

Existe um quê de saudável no “está bom, mas dá pra ficar melhor”, que empurra o projeto adiante, mas também tenho que tomar cuidado para nunca estar satisfeito.

Não só na construção ou na marcenaria. Mas na literatura, na arte, uma hora você precisa ser capaz de colocar o ponto final e dizer “é isso!” Quem sabe se eu vou conseguir, um dia, dizer “agora tá pronto esse galpão?”

Veremos.

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